Terças e quintasKids
Disciplina, respeito e confiança, aprendidos brincando a sério. A criança aprende a cair, a levantar e a lidar com o outro.
Quero essa turma
29 anos de jiu-jitsu. Uma escola para quem quer começar, para quem quer competir e para quem só quer sair do treino melhor do que entrou.Professor Rafael Lang, equipe Mario Sperry Jiu-Jitsu
O tatame te ensina a lidar com a pressão. Fora dele, a regra é a mesma: faça a sua parte e não carregue o peso do mundo.Rafael Lang

Rafael pegou a faixa preta pela Sul Jiu-Jitsu em 2010, mesmo ano em que se formou em Educação Física pela Ulbra. Junta as duas coisas em cada aula: técnica de verdade e um corpo preparado para ela, sem lesão e sem atalho.
São 29 anos de jiu-jitsu. Hoje ele comanda a Lang Jiu-Jitsu pela equipe Mario Sperry, com turma para criança, para mulher, para quem nunca pisou no tatame e para quem já tem faixa colorida na cintura.
Seis turmas, um mesmo tatame. Mande mensagem dizendo qual é a sua e o professor passa os horários e marca a aula experimental.
Terças e quintasDisciplina, respeito e confiança, aprendidos brincando a sério. A criança aprende a cair, a levantar e a lidar com o outro.
Quero essa turma
Só mulheresDefesa pessoal e técnica num ambiente seguro, entre mulheres que treinam pra valer. Nada de presa: aqui só tem caçadoras.
Quero essa turma
Do zeroNinguém nasce sabendo cair. Você começa pela base, no seu ritmo, sem precisar estar em forma para entrar.
Quero essa turma
Com quimonoO jiu-jitsu tradicional completo: posição, passagem, raspagem e finalização, com rola no fim de cada treino.
Quero essa turma
Faixas coloridas e pretasRitmo de competição, detalhe fino e rola forte para quem já tem estrada e quer subir de nível.
Quero essa turma
Sem quimonoRashguard e bermuda. Mais velocidade, pegadas diferentes e muito movimento, para complementar o treino de quimono.
Quero essa turmaDo mosteiro ao Rio de Janeiro: a técnica que vence a força atravessou o mundo antes de virar brasileira.
Fonte: Confederação Brasileira de Jiu-Jitsu (CBJJ)Monges budistas criam uma defesa pessoal baseada no equilíbrio, nas articulações do corpo e nas alavancas, sem força e sem armas.
Com a expansão do budismo, a arte passa pelo Sudeste Asiático e pela China até chegar ao Japão, onde se desenvolve e se populariza.
Esai Maeda Koma, o Conde Koma, chega ao Brasil depois de lutar pela Europa e pelas Américas. Em Belém do Pará, conhece Gastão Gracie, que leva o filho Carlos para aprender.
Carlos Gracie, franzino desde menino, abre no Rio a primeira Academia Gracie de Jiu-Jitsu e adapta a técnica para vencer adversários 20, 30 quilos mais pesados.
A luta no chão e as finalizações mudam as regras do jiu-jitsu japonês. A arte ganha nova nacionalidade e passa a ser exportada para o mundo como jiu-jitsu brasileiro, inclusive de volta ao Japão.
Essa história continua todo dia na Lang Jiu-Jitsu, um treino por vez.
Turmas, graduações e o dia a dia da academia, direto do Instagram do professor.